Fim de novela: Vice-prefeita de Curionópolis renuncia ao cargo em sessão solene

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Na tarde desta quinta-feira (3) mais um episodio politico na cidade de Curionópolis teve o seu capitulo findado, desta vez a vice-prefeita, Quelia Rosa, eleita com o atual prefeito Adonei Aguiar, pediu renuncia ao cargo por não haver harmonia e ter se sentida jogada de lado, sem participações nas decisões do município.

Quelia Rosa que sempre teve um papel social importante no município, assumiu a gestão por um prazo de 20 dias, pelo fato do prefeito ter sido afastado pela justiça.

Em tribuna a ex-vice-prefeita disse que durante o período dos setes primeiros meses de gestão sofreu com constantes perseguições e julgamentos por parte de pessoas dentro do próprio governo, que deixou ainda mais entristecida com toda a situação.

“Fui eleita juntamente com o Adonei para sermos dois prefeitos municipais e ter voz ativa dentro da gestão, e enfim melhorar a qualidade de vida dos Curionópolense, mas infelizmente coisa que não aconteceu da forma que combinamos e planejamos, e agora, após seis meses de governo, me ofereceram uma secretaria, fui eleita para fazer o social e não ter secretaria em governo” declara Quelia em tribuna.

No final do discurso, a ex-vice-prefeita desejou sucesso a gestão de Adonei Aguiar e agradeceu o apoio de solidariedade de toda a população e logo em seguida foi aplaudida de pé por todos os presentes e entoaram o grito de “Fica Quelia”.

Entenda o casoQuelia Rosa protocolou na Câmara Municipal de Curionópolis no dia 26 de Julho a carta de renuncia do cargo, mas mesmo a casa de leis estando de recesso parlamentar o presidente da Câmara, Francisco Aderbal, de forma ágil protocolou no mesmo dia no fórum.

No dia seguinte, 27 de julho, Quelia protocolou uma outra carta cancelando a renuncia, mas para sua surpresa o presidente, mesmo em recesso já havia dado prosseguimento a sua renuncia do cargo.

Na tarde de hoje (12), foi oficializado em tribuna a renuncia do cargo e passando a assumir o cargo o presidente em exercício da Câmara e no caso de um possível afastamento do prefeito municipal, novas eleições devem ser convocadas.

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