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Aproximadamente 300 quilombolas ocuparam a Estrada de Ferro Carajás desde a última terça-feira (23), e só liberaram no sabado (27) com o objetivo de pedir a posse definitiva das terras da região. Por conta da manifestação, as operações de trens de carga e passageiros foram suspensas.

Mas apesar de paralisarem a Ferrovia por apenas 4 dias, ouve um grande impacto na produção da mineradora, não podendo entregar o minério ao porto e atrasando algumas entregas ao seus clientes, se não bastasse apenas o prejuízo com a logística na entrega de seu produto, vários equipamentos nas minas foram paralisados por falta de combustível, voltando a normalizar ontem por volta das 20h.

De acordo com os manifestantes, que estavam amarrados aos trilhos, o Governo não titula áreas no Estado há mais de dois anos. Segundo o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), até o fim desse ano, três áreas serão entregues aos quilombos.

A mineradora Vale entrou na Justiça com o pedido de reintegração de posse. Na quinta-feira (25), um Oficial de Justiça foi até o local intimar os líderes quilombolas. Em nota, a Vale esclarece que o processo de licenciamento do projeto de expansão da Estrada de Ferro Carajás segue rigorosamente as normas do órgão ambiental previstas neste tipo de empreendimento.

Já o Incra, sobre o assunto, esclarece que o processo de regularização do território quilombola Monge Belo, situado no município de Itapecuru Mirim (a 108 km de São Luís),  segue o seu devido curso processual e o seu Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) já está publicado desde o ano de dois mil e dez.

 

 

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