A Polícia Civil de Parauapebas, coloca a disposição da população os números de telefones 181 e (94) 99115 4839 para que o cidadão ajude a desvendar os Crimes de Homicídios ocorridos no município, um deles, o misterioso assassinato do jovem Richard Gonçalves de Carvalho, 28 anos de idade, morto a golpes de faca, por volta das 3h, da manhã deste sábado (6), na fachada da casa onde morava com sua esposa de pré nome Elayne, localizada na rua Pernambuco esquina com Santa Catarina no bairro Liberdade, Parauapebas.

Informações que estão sendo apuradas pelos investigadores do Departamento de Homicídio da 20° Seccional Urbana de Polícia Civil, dão conta que o casal estava passando por problemas no relacionamento conjugal e que na noite do crime a vitima ingeria bebida alcoólica em um bar na esquina de sua casa e ao deixar o bar, teria retornado e batido na porta da casa pedindo que o deixasse entrar, porém a mulher não abriu a porta.

O casal estava há apenas um mês na cidade, e não se sabe o que pode ter acontecido para que Richard fosse morto a golpes de faca.

Porém levantamentos preliminares dão conta que sem ter onde dormir uma vez que a porta estava fechada, o rapaz pegou um lençol, se enrolou e deitou no chão na varanda de serviço, entre a pia e a porta de entrada da sala da casa.

Acredita-se que a vítima já estava dormindo quando foi atacado pelo assassino que provavelmente tenha pulado a grade para ter acesso a Richard Gonçalves.

Levantamentos realizados pela equipe do Instituto Médico Legal (IML), foi observado duas perfurações no lado esquerdo do pescoço de Richard, e três golpes no braço direito, o que leva a crer que o mesmo ainda tentou se defendido.

A vitima morreu sentada no chão do lado de fora ao pé da porta da sala de sua casa com as pernas ainda coberta com o lençol banhado em sangue, ao lado do corpo estava o cabo da faca, já a lâmina uma vez que a faca quebrou foi encontrada debaixo do corpo.

Richard Carvalho seria usuário de droga, mas, pelo pouco tem de chegado na cidade, não se sabe se o mesmo teria contraído dívida com tráfico, pois a uns três metros do corpo estava sua mochila com seus pertences, nem o celular da vítima foi levando pelo criminoso, descaracterizado latrocínio.  (Caetano Silva)

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