O início da terceira fase da Campanha de Vacinação contra a influenza em Parauapebas começou nesta quarta-feira, (13). Esta fase da campanha contra a gripe tem como público-alvo;

·         Crianças com idade de seis meses.

·         Crianças menores de seis anos.

·         Gestantes; e puérperas até 45 dias.

Esta terceira fase está dividida em duas etapas, de acordo com a orientação do Ministério da Saúde. Na segunda etapa da terceira fase, o público-alvo é composto por;

·         Adultos de 55 a 59 anos de idade.

·         Professores das escolas públicas e privadas.

O calendário da segunda etapa será divulgado em breve.

As pessoas que fazem parte do público-alvo da primeira e da segunda fase da campanha, como idosos, profissionais de saúde e pessoas com doenças crônicas, que ainda não se vacinaram, podem se vacinar nessa nova etapa.

A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) informa que aproximadamente 15.244 mil pessoas na primeira e segunda fase da campanha foram imunizadas.

Para imunizar, basta comparecer munidos do cartão de vacina em uma das Unidades Básicas de Saúde, mais próximo da sua residência. O atendimento é de segunda a sexta-feira.

Cabe ressaltar que a vacina não protege contra a Covid-19. A dose protege contra os vírus influenza A (H1N1) e influenza B. Pelo fato de os sintomas de ambas as doenças serem semelhantes, a intenção de imunizar os grupos prioritários é de minimizar o impacto sobre os serviços de saúde e auxiliar na exclusão de diagnósticos de coronavírus.

A diretora de Vigilância em Saúde, Michelle Ferreira, destaca que a vacina contra a gripe não protege contra o coronavírus, mas contra tipos de influenza. “Com a vacinação, pretendemos proteger a população contra as formas graves da influenza e diminuir a cadeia de transmissão desta doença respiratória”, explicou.

“Em relação à qualidade, as vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) têm um perfil de segurança excelente e são bem toleradas. Elas são constituídas por vírus inativados, fracionados e purificados, portanto, não contêm vírus vivos e não causam a doença Destaca o Secretário de Saúde, Gilberto Laranjeiras. 

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