Parauapebas é conhecida como a capital do minério. Na cidade está instalada a maior mina de minério de ferro a céu aberto do mundo, operada pela Vale, no Complexo Minerador de Carajás. Há cinco anos, o projeto Circuito Mineração nas Escolas, iniciativa da empresa, realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), encurtou distâncias e abriu horizontes, mostrando como a mineração está presente no dia a dia das pessoas e como a atividade está inserida na dinâmica da cidade.

As experiências e o aprendizado compartilhado em sala de aula e também nas aulas de campo, realizadas durante o projeto, foram reunidos na “Revista do Circuito Mineração nas Escolas: a experiência de Parauapebas”. A publicação reúne artigos produzidos por professores da rede pública do município que participaram das ações do projeto. 

Entre 2014 e 2017, mais de 48 mil alunos foram atendidos pelo projeto. Nesse período, alunos e professores participaram de visitas, formações, palestras e também contaram com um reforço diferenciado para as aulas de Ciências, História e Geografia do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. O kit de geociências, um projeto pioneiro da Fundação Vale, levou uma caixa com amostras de fragmento de rochas minerais identificados e guia de orientação para o professor e o aluno e transformou salas de aula em laboratórios.

Ano passado, o projeto promoveu 25 visitas, envolvendo cerca de 900 alunos da rede municipal de ensino, que conheceram as operações da Vale, em Carajás. Mais de 150 professores das disciplinas de História, Geografia e Ciência participaram de três formações de professores, com visita a instalações da Vale.

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