Nesta sexta-feira (27) o Sindicato das Empresas de Alimentação e Hospitalidade de Parauapebas e região – SEAHPAR, através do presidente Jânio Valadares enviou ao prefeito municipal Darci Lermen uma carta aberta solicitar algumas medidas a serem implementadas no alteração do decreto de calamidade contra o coronavírus.

De acordo com o sindicato, o fechamento do comercio em especial, hotéis e empresas de alimentação afeta diretamente na economia local e na manutenção de empregos, sendo que se a empresas continuem fechadas por 15 dias terá uma perca imediata de 500 postos de trabalho e se o número seja superior a 30 dias, o número de demissões poderá chegar a 1.500 empregos diretos e 6.000 indiretos.

Jânio Valadares ainda solicita na carta ao prefeito algumas medidas para sobrevivência das empresas e manutenção de empregos que poderão ser implantadas com o objetivo de flexibilizar os impactos durante a crise.

  1. Prorrogação por 120 dias dos Alvarás Municipais (Funcionamento,Vigilância Sanitária e Meio Ambiente);
  2.  Parcelamento das taxas para concessão dos Alvarás em 3 vezes após os 120 dias;
  3.  Parcelamento do IPTU para as empresas após o segundo semestre;
  4.  Liberação para funcionamento dos bares, restaurantes e similares (que possuam todos os alvarás) para a venda de seus produtos, respeitando todos os protocolos de segurança sanitário e mantendo distância mínima das mesas de 2 metros, sendo no máximo até 15 mesas por estabelecimento e 4 pessoas por mesa;
  5. Determinação de equipe para a fiscalização sanitária das medidas de flexibilização aprovadas;
  6. Revogação para a reabertura de rede hoteleira, com medidas protetivas e de segurança;
  7. Inclusão de linha de crédito junto ao Banco do Povo, específica ao segmento de hospedagem e alimentação.