Foi preso no final da tarde desta quarta-feira, 25, o foragido David Rodrigues Cabral, 40 anos de idade, sua prisão foi efetuada pela equipe das Delegadas Yanna Azevedo e Ana Caroline na rua 10 com a G, no bairro União.

O capturado era foragido do CTM 3 da Capital Belém aonde estava recolhido acusado de ser o autor da morte do pastor da igreja evangélica Assembléia de Deus, ministério Madureira localizada no bairro Cidade Jardim, crime ocorrido no mês de outubro do ano passado.

O mesmo foi preso dias depois do crime e transferido para CTM 3 em Belém, de onde havia fugido havia quinze dias, após investigações realizadas por policiais da capital Marabá e Parauapebas foi descoberto que o mesmo estaria escondido aqui na cidade. Mesmo detido e algemado o acusado ainda tentou escapar mas foi capturado pelo investigador Baiano. Ainda segundo a polícia enquanto foragido, o mesmo vinha mantendo contato com seus conhecidos aqui na cidade. Em uma dessas ligações telefônica o acusado realizou ameaças a dois magistrados, ao Juiz Líbio Moura e a delegada Anna Carolina.

Devid Rodrigues, é réu confesso da morte do pastor Raimundo Nonato, executado a tiros na porta de sua residência por volta das 9 horas da. A reportagem tentou conversar com o acusado porém o mesmo não quis papo com a imprensa.

Logo após sua prisão, o mesmo foi encaminhado para a delegacia onde foi ouvido e em seguida transferido em um forte esquema de segurança para o mesmo presídio de onde fugiu.

Além de um veículo FIAT, SIENA cor prata, de placa NTC-7689, em nome de Diva da Silva Cabral. Um casal que estaria na companhia do pistoleiro também foi conduzido para delegacia, até então não há informações que o mesmo esteja envolvido em algum crime.

De acordo com o delegado Thiago Carneiro, ao fugir do sistema penal da capital David Rodrigues permaneceu em Belém onde se apresentava como pastor nas igrejas daquela cidade. Porém a cerca de 20 dias havia vindo para Parauapebas no intuito de vender um terreno, no entanto a polícia acredita que sua intenção era outra, provavelmente cumprir as ameaças feitas aos magistrados.

Da  redação