Há 69 dias em greve, os médicos peritos do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) mantêm apenas 30% dos atendimentos realizados nas agências. De acordo com a Associação Nacional dos Médicos Peritos em Previdência, a perícia médica é o serviço mais procurado e o mais comprometido com a paralisação.

“Tem uma gama de atividades periciais prejudicadas. Mas, sem dúvida, o que tem maior impacto é o auxílio doença”, diz a representante regional da Associação Nacional dos Médicos Peritos, Isabel Helena Veloso. A categoria iniciou a greve em 4 de setembro. Após um mês, houve negociação entre os trabalhadores, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e a direção do INSS. De lá para cá, Isabel diz não ter recebido nenhum tipo de proposta para o fim da greve. “O MPOG e a direção do INSS nos ouviram e disseram para aguardarmos, que iam dar um posicionamento, mas até agora estamos aguardando.”

ATO

Já os servidores técnicos fizeram um protesto, na manhã de ontem, em frente à agência do INSS, na avenida Nazaré. Segundo a categoria, os problemas estruturais nas agências, expostos durante a greve, encerrada em 30 de setembro, permanecem os mesmos.

Fonte: DOL