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Mina de cobre do Salobo e a mina Serra Norte de Carajás estão entre as 50 mais valiosas minas do mundo

A mina de minério de ferro Casa de Pedra, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), ficou em 30º lugar. A única mina brasileira na lista que não é de minério de ferro foi a mina de cobre Salobo, da Vale.

Essa pesquisa mostra que na Austrália ficam seis das dez minas mais valiosas do mundo, segundo dados de 2016. Com base no valor da produção, as operações consolidadas da Rio Tinto Hamersley foram as mais valiosas do mundo em 2016.

Hamersley produziu 185,2 milhões de toneladas de minério de ferro para um valor de produção total em 2016 de US$ 10,83 bilhões.

As quatro primeiras são todas as operações de minério de ferro, com a Serra Norte, da Vale, com valor de US$ 7,9 bilhões; a Newman, da BHP, com valor de US$ 5,88 bilhões; e o complexo Chichester da Fortescue Metals Group, com valor estimado de US$ 5,32 bilhões.

A mina de cobre Escondida, da BHP, caiu do terceiro para o quinto lugar, com sua produção de 2016 no valor de pouco mais de US$ 5 bilhões.

A mina Yandi, da BHP; a Solomon, da FMG; a mina Grasberg de cobre e ouro, da Freeport McMoRan; a mina de ouro Muruntau, no Uzbequistão, e a Área C, da BHP, completam as dez mais valiosas minas do mundo.




Há 20 operações de minério de ferro entre as 50 maiores minas. Juntas, elas produziram US$ 64 bilhões no ano passado, quase metade do valor total das 50 minas, que foi de 124,28 bilhões, porém nenhum ajuste de preço foi feito para em função do teor do material produzido, mas o valor foi calculado em minério com 62% Fe equivalente.

Havia também 20 minas de cobre na lista, dominadas pelas operações chilenas. Las Bambas, da MMG no Peru, foi considerada a maior, graças ao seu aumento de produção. Los Bronces, da Anglo American, e Oyu Tolgoi, da Turquoise Hill Resources, ficaram em 38º e 44º, respectivamente, apresentaram declínios de produção.

De acordo com a S&P, ouro, minério de ferro, cobre, zinco e níquel são os cinco metais mais importantes do mundo em termos de valor de sua produção e, portanto, apenas as operações que produzem essas commodities foram incluídas na lista.

A divisão Polar de Norilsk Nickel, na Rússia, foi a única de níquel que ficou entre as 50 maiores, caindo de 11º, em 2015, para 17º em 2016. Enquanto que a Kazzinc, da Glencore, em 36º, e a Rampura Agucha, da Hindustan Zinc, em 45º, foram as únicas minas de zinco da lista.

A S&P disse que o ouro foi o metal mais valioso extraído globalmente em 2016, embora as operações individuais sejam geralmente de menor escala do que as de minério de ferro ou cobre. A lista foi compilada multiplicando a produção de minas pelos preços médios em 2016.




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