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Implantação de Polo Joalheiro é discutido em Parauapebas

Um programa inovador e audacioso, que vai fomentar a economia de Parauapebas com uso de riquezas da região, está sendo discutido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento (Seden), para ser implementado ainda no primeiro semestre deste ano. Trata-se da implantação do Polo Joalheiro de Parauapebas, que transformará o município num grande centro gerador de renda e mão-de-obra joalheira.

E não apenas isso. O programa prevê a criação também do Polo Tecnológico de Gemas e Joias, para formar profissionais em diferentes especialidades da indústria joalheira, tais como: Gemologia e geologia de Gemas, CAD Designers voltados para a produção de joias e acessórios amazônicos, especialistas em fundição em cera perdida, em cravação de gemas em cera, em lapidações tradicionais e diferenciadas, em folheação de joias, entre outros cursos voltados para o mercado de importação e exportação de gemas, vitrinismo, moda e tendências.

Para se aprofundar sobre a criação do polo, o secretário de Desenvolvimento, Isaías de Queiroz França, e sua equipe de coordenadores se reuniram dia 25 deste mês com o geólogo Maurício Favacho, especialista em recursos minerais e em pedras preciosas e joias, além de ser modelista 3D de joias. É ele o técnico responsável pela elaboração do Projeto Polo Tecnológico de Gemas e Joias em Parauapebas, que é de propriedade intelectual da prefeitura.

Para o município contar com o Polo Joalheiro, precisa passar por três fases. A primeira já foi concluída e compreendeu o diagnóstico da produção mineral. Já a segunda e terceira fases ainda estão pendentes de execução, no caso a estruturação e a implantação do programa.

O secretário Isaías França observa que o projeto é inovador porque Parauapebas “é hoje um dos poucos municípios do norte do país a apresentar um cenário adequado para a implantação de um Polo Tecnológico de Gemas e Joias de caráter sustentável e industrial, com tecnologias modernas aplicadas em toda sua cadeia produtiva visando ao desenvolvimento sustentável de suas comunidades”.




Além de estar dentro do cenário internacional da mineração, Parauapebas apresenta em seu entorno grande oferta de quartzo gemológico, significativa produção de ouro de garimpo e ainda produção de gemas orgânicas, que poderão ser usadas na fabricação de quartzo através de irradiação comercial. Isso, para intensificar a cor original da pedra ou até mesmo dar uma nova cor a ela, e assim agregar um valor que pode chegar a, no mínimo, 500% em relação ao valor original.

O secretário de Desenvolvimento ressalta que o sudeste do Pará é extremamente rico em quartzo susceptível a tal processo e, se bem estruturado, “poderá gerar um bom retorno à cadeia produtiva de gemas e joias da região, gerando emprego e renda no município”.

Devido ao advento industrial dos equipamentos de fabricação de joias e lapidação de gemas, diferentes profissões surgiram com as novas especialidades do setor. “Assim sendo, é possível afirmar que grande parte das profissões do setor joalheiro contemporâneo está ligada ao seu caráter industrial”, aponta Isaías França, que assegura: por pertencer ao bioma Amazônia, toda a concepção do Polo Tecnológico de Gemas e

Joias de Parauapebas estará baseada nos pilares de sustentabilidade, inovação e tecnologia.

Outro diferencial é que o polo vai promover a identidade cultural de Parauapebas como grande centro minerador. E mais: o contexto amazônico será tema a ser explorado e traduzido em joias que podem conquistar não apenas todo o Pará, mas o Brasil e o mundo.

Por haver esse contexto amazônico, haverá prioridade ao uso de materiais gemológicos da região, como ouro, pedra preciosa e gemas de natureza orgânica, como as sementes e madeiras de reflorestamento. As joias também vão explorar simbologias e iconografias de povos indígenas que habitaram e que ainda habitam a Amazônia.

“Nossa região é muito rica, somos referência em vários aspectos, principalmente no que se refere às riquezas naturais. Além disso, estamos no pé da maior província mineral do planeta, o que nos torna ainda mais forte,” orgulha-se o secretário de Desenvolvimento. A criação do polo prevê ações cooperadas com as diversas entidades públicas e privadas locais e interestaduais, empresas de mineração e comunidade internacional




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