Em assembleia, profissionais da rede pública de ensino votam pela permanência da greve em Parauapebas

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Mesmo após a decisão da desembargadora LUZIA NADJA GUIMARÃES NASCIMENTO que deferiu liminar a favor a Prefeitura de Parauapebas na ação proposta pelo município em face a deflagração de greve na rede publica de ensino feita pelo SINTEPP Parauapebas e sob pena de imposição de multa diária ao requerido de R$50.000,00 (cinquenta mil reais) por dia de paralisação na rede publica de ensino.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, subsede Parauapebas realizou uma assembleia geral na manhã desta quarta-feira (18) na quadra da Escola Municipal Chico Mendes para decidir junto aos profissionais de educação o fim ou não da greve no município.

Por unanimidade os profissionais de educação decidiram dar continuidade a greve até que três pontos da pauta de reivindicação sejam atendidos, que são:

1- Decreto do prefeito para eleição dos diretores nas escolas municipais;

2- Encaminhamento do PCCR para a Câmara e aprovação;

3- Agilizar o rateio do precatório entre os professores.

A greve segue por tempo indeterminado e alunos da rede publica permanecem sem aulas, ” É um direito deles se manifestarem e buscarem melhorias mas os alunos estão sendo os maiores prejudicados e com essa paralisação possivelmente não terão ferias no fim de ano, além de atrapalhar todo o calendário escolar” relata Carla Silva, mãe de dois alunos que estudam em escolas públicas.

 

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