O ferro e outras sete commodities oriundas da mineração marcam presença no topo das exportações paraenses. Alumina calcinada, minério de cobre e seus concentrados, alumínio não ligado, minério de manganês, hidróxido de alumínio, caulim e ligas de ferro-níquel respondem, juntos, por 88,23% do 1,21 bilhão de dólares que o Pará exportou no mês passado. O superávit comercial paraense foi de 1,06 bilhão, o melhor resultado dos últimos quatro anos.

As maiores contribuições são oriundas dos municípios de Parauapebas, Barcarena, Canaã dos Carajás, Marabá e Curionópolis, todos os quais com alguma relação com a indústria mineral.

A China ampliou sua participação nas compras dos produtos paraenses em 19,26%. Em janeiro de 2017, consumiu 40,58% da produção do estado; agora, consome 45,64%. O Japão, por outro lado, é o país que mais reduziu as importações de produtos do Pará, passando de 7,21% em 2017 para 5,8% em 2018.

Noruega, com compras de 4,62%; Canadá, com 4,24%; Suécia, com 3,87%; e Estados Unidos, com 3,24%, vêm na sequência como nações que mais atribuem valor aos produtos daqui. Os norte-americanos batem recorde na importação de produtos paraenses, com crescimento de 71,47% em janeiro deste ano.

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