Por mais um ano, um dos maiores eventos da agenda cultural de Parauapebas será realizado e cheio de novidades e atrações para garantir a diversão do publico.

O 15° Festival do Jeca Tatu, além de contar com uma vasta programação também contará com a presença da Dona Onete, cantora paraense que é sucesso no Brasil e no exterior, a festa junina também contará com a presença do Bumba meu boi de São Luiz.

O festival Junino Jeca Tatu acontecerá em Parauapebas entre os dias 21 até o dia 25 de Junho na Praça de Eventos do município, tendo como abertura a tradicional carroçada que terá partida na praça da escola Faruk Salmen e percorrerá até a praça de eventos onde será dado o pontapé inicial da festa.

Além das atrações, o festival também contará com a apresentação de 21 (vinte e um) grupos juninos do município e 15 (quinze) grupos juninos de municípios vizinhos e de outros estados.

As quadrilhas se apresentarão nas seguintes modalidades, dança de salão, estilizada e caipira e também contará com os concursos de rainha e jeca do festival junino, além dos concursos de miss simpatia, mulata e o casamento na roça.

Dona Onete:

Ionete da Silva natural de Cachoeira do Arari Gama foi Secretária de Cultura do Município de Igarapé-Miri e se aposentou como professora de história de estudos amazônicos. Militou na política, se casou e separou. Casou novamente e ficou viúva. Teve filhos, netos e bisnetos. Pra lá dos 60 e tantos anos foi descoberta pela grupo Coletivo Rádio  Cipó no bairro da Pedreira em Belém. A música que até então havia sido trilha sonora da sua vida, passou a ser protagonista. Dona Onete gravou seu primeiro disco em 2012,  aos 72 anos. Hoje aos 77 está no auge da sua carreira, colhendo os frutos de Banzeiro, seu mais novo álbum, repleto de boleros, carimbós e bangüês. Turnê por todo Brasil, shows nos EUA e na Europa, música em novela da Globo.  Ninguém segura está senhora.

Boi de São Luiz:

O enredo do Bumba-meu-boi conta a história de Pai Francisco, um escravo que, para saciar o desejo de sua esposa grávida por uma língua de boi, mata o gado de estimação do senhor da fazenda. Percebendo a morte do boi, o senhor convoca pajés e curandeiras para ressuscitar o animal. O boi volta à vida e a comunidade festeja.

Essa história é um retrato das relações sociais e econômicas vigentes naquela região no período colonial. O nordeste brasileiro vivia da monocultura e da criação de gado, apoiando-se em um regime de escravidão.

Hoje em dia, a forma como o boi é apresentado não narra mais a história completa. São contados enredos simplificados, também conhecidos como “meia-lua”.