Deputado Federal do Pará tatua o nome do presidente Michel Temer no ombro

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O deputado paraense Wladimir Costa disse à coluna Expresso, da revista Época, que a tatuagem com o nome do presidente Michel Temer, exibida no último sábado (29), durante solenidade em Salinópolis, é definitiva e foi feita em Belém por R$ 1200, parcelado em seis vezes no cartão de crédito. Ele disse que foi uma forma de homenagear Temer. “O melhor presidente da história do Brasil. O único estadista que apareceu neste país”.

Segundo a coluna, assinada pelo jornalista Murilo Ramos, o deputado disse ainda que vai exibir a tatuagem na Câmara dos Deputados, na quarta-feira (2), durante a votação da admissibilidade da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) por corrupção contra o presidente Michel Temer. “Será um show de votos em favor do presidente. Só Deus derruba Temer. E ele é honesto. Então Deus não vai querer derrubá-lo”, disparou o deputado.

Ao Estadão, o polêmico deputado disse que “a dor valeu a pena” e até planeja fazer uma próxima, dessa vez na costela. “Quero escrever ‘Temer, o único e verdadeiro estadista do Brasil'”.

O parlamentar disse também que sua mulher se emocionou ao ver o resultado. “Ela é fã de Temer. É formada em Direito e é grande leitora dos livros do presidente. Mas, se ela quiser tatuar o nome dele, eu não deixo”.

O paraense disse que ainda não mostrou ao presidente sua homenagem. “Não fiz para ele, fiz para mim. Queria que a minha tatuagem fosse maior que a da Marcela (Temer, mulher do presidente, que tem uma tatuagem no pescoço com seu nome)”, afirmou.

“Cada um com suas paixões. Não tem gente que tatua Che Guevara, Fidel Castro, o presidente da Coreia? Todos falsos socialistas usando (relógio da marca) Rolex?”, disse o deputado ao Estado. “Sou admirador nato (de Temer), sou amigo dele há quase 16 anos. Nesse momento, que tentam derrubar ele a qualquer custo, é minha forma de mostrar que parceiro que é parceiro derrama até a última gota de sangue”, defendeu-se.

Fonte: (DOL com informações da Revista Época e Estadão)

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