Cosa Nostra apresenta linha de produção derivado do búfalo em Parauapebas

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De consumidor para produtor com metas de crescimentos a curto prazo. Assim é a Queijaria COSA NOSTRA que, em franco crescimento, convidou a imprensa para mostrar suas instalações. E assim na manhã desta quinta-feira, 5, profissionais da imprensa local visitaram a empresa onde tudo acontece.

Da criação de animais, inseminação, parição, tratamento, ordenha e beneficiamento do leite. Tudo feito ali mesmo, com produtos certificados com o SIM – Selo de Inspeção Municipal, apto a ir para a mesa dos consumidores com total segurança.

Além de toda qualidade e nutrição o negócio traz impactos positivos na economia local, com geração do emprego e renda. “Atendemos supermercados, panificadoras e academias de ginástica, pois descobriram que o queijo feito com leite de búfala é fintes. Assim, muitos tem trocado o queijo do leite de vacas comuns pelo nosso”, explica Pedro Oliveira, administrador da queijaria, detalhando que o empreendimento é desenvolvido em apenas 7.3 hectares, o correspondente a 7.300 metros quadrados, onde é possível produzir de 150 a 300 litros de leite por dia, tudo transformado ali mesmo em queijos mozzarela, coalho, minas frescal comum e minas frescal temperado.

Mas o desejo do patrão, segundo afirmou Pedro Oliveira, é expandir o negócio, devendo, para isto, buscar a certificação de qualidade do Estado e assim comercializar maior quantidade do produto. “Até chegarmos a ter o reconhecimento nacional”, almeja Pedro, contando já ter projeto para expansão da área de irrigação e da infraestrutura da queijaria para aumentar a produção de leite e consequentemente de queijo.

Se depender de apoio, tudo dará certo, pois o empreendimento conta com importantes parceiros: SEBRAE, SENAR, SIPRODUZ, SEMPROR e UFRA, são apenas alguns deles. “A UFRA é uma parceira nossa antiga já tendo desenvolvido aqui vários TCC’s – Trabalhos de Conclusão de Cursos, e atualmente está desenvolvendo dois projetos respectivos, um de mestrado e outro de doutorado sobre análise do leite de búfala. No ano passado foi desenvolvido pela universidade um projeto de suplementação das búfulas em lactação com caroços de açaí e dendê”, conta Pedro Oliveira.

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